Don Quixote

Temas variados, experiências, flashes do cotidiano, devaneios e tudo mais que for surgindo na minha batalha utópica contra o silêncio e o nada que desafiam estas linhas e parágrafos.

QUEM NÃO É LOUCO, ACORDA!

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Despertador rasga dinheiro de quem dormir demais

 

Reprodução/AcidCow

Quantas vezes nós “brigamos” com nossos relógios? Quem nunca desligou o despertador e se atrasou para um compromisso, que atire a primeira ampulheta!

Um novo despertador foi criado para ser usado especialmente por operadores do Direito que, na manhã seguinte, têm uma audiência a participar, ou um cliente a receber. Ao programar na véspera o horário desejado, o usuário precisa colocar uma cédula em dinheiro.

Na hora certa em que tocar o zumbido, se o usuário não levantar da cama, sentirá o sofrimento da  preguiça no bolso.

A coisa funciona assim. Primeiro, o alarme toca. Em um minuto, se o interessado não acordar e desativar o relógio, o sistema começa a rasgar a nota de dinheiro deixada no receptáculo horas antes.

Na verdade, o aparelho - lançado esta semana pela indústria japonesa em New York - é uma mistura de despertador, relógio digital e picador de papel. Em alguns países, no entanto, é crime rasgar dinheiro.

A propósito, quem é capaz de dormir sabendo que está perdendo dinheiro? Não existe balde de água fria ou vuvuzela na orelha que sejam mais eficientes.

Detalhe: o despertador é modesto em suas pretensões financeiras. Ele funciona com a inserção de cédulas a partir de US$ 1,00.

 

 

Fonte: www.espacovital.com.br

CONTRADIÇÕES HUMANAS

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Mais felizes, mais suicidas
 

Data: 29.04.11

Países em que as pessoas se sentem mais felizes tendem a apresentar índices mais altos de suicídio, segundo pesquisadores britânicos e americanos.  Os especialistas sugerem que a explicação para o fenômeno estaria na "tendência dos seres humanos de se comparar uns aos outros".

Sentir-se infeliz em um ambiente onde a maioria das pessoas se sente feliz aumenta a sensação de infelicidade e a probabilidade de que a pessoa infeliz recorra ao suicídio - concluiu a equipe.

O estudo foi feito por especialistas da University of Warwick (Londres), Hamilton College (Nova York) e do Federal Reserve Bank (San Francisco) e será publicado na revista científica Journal of Economic Behavior & Organization. A tabulação se baseia em dados internacionais e em informações coletadas nos Estados Unidos.

Nos EUA, os pesquisadores compararam dados obtidos a partir de entrevistas de 1,3 milhão de americanos selecionados de forma aleatória, e que foram comparados com depoimentos sobre suicídio obtidos a partir de uma outra amostra, também aleatória, com um milhão de americanos.

Os resultados foram desconcertantes: muitos países com altos índices de felicidade têm índices de
suicídio altos. Isso já foi observado anteriormente, mas em estudos feitos de forma isolada, como, por exemplo, na Dinamarca.

A nova pesquisa concluiu que várias nações - entre elas, Canadá, Estados Unidos, Islândia, Irlanda e Suíça - apresentam índices de felicidade relativamente altos e, também, altos índices de suicídio.
Variações culturais e na forma como as sociedades registram casos de suicídio dificultam a comparação de dados entre países diferentes.

Levando isso em conta, os cientistas optaram por comparar dados dentro de uma região geográfica: os Estados Unidos.

Do ponto de vista científico, segundo os pesquisadores, a vantagem de se comparar felicidade e índices
de suicídio entre os diferentes Estados americanos é que fatores como formação cultural, instituições nacionais, linguagem e religião são relativamente constantes dentro de um único país.

A equipe disse que, embora haja diferenças entre os Estados, a população americana é mais homogênea do que amostras de nações diferentes.

Os resultados observados nas comparações mais amplas entre os países se repetiram nas comparações entre diferentes Estados americanos.

Estados onde a população se declarou mais satisfeita com a vida apresentaram maior tendência a registrar índices mais altos de suicídio do que aqueles com médias menores de satisfação com a vida.
Por exemplo, os dados mostraram que Utah é o primeiro colocado no ranking dos Estados americanos em que as pessoas estão mais satisfeitos com a vida. Porém, ocupa o nono lugar na lista de Estados com maior índice de suicídios.

Já Nova York ficou em 45º no ranking da satisfação, mas tem o menor índice de suicídios no país.
Para tornar mais justas e homogêneas as comparações entre os Estados, os pesquisadores levaram em consideração fatores como idade, sexo, raça, nível educacional, renda, estado civil e situação profissional.

Após esses ajustes, a relação entre índice de felicidade e de suicídios se manteve, embora as posições de alguns países tenham se alterado levemente.

O Havaí, por exemplo, ficou em segundo lugar no ranking ajustado de satisfação com a vida, mas possui o quinto maior índice de suicídios no país.

Nova Jersey, por outro lado, ocupa a posição 47 no ranking de satisfação com a vida e tem um dos índices mais baixos de suicídio - coincidentemente, ocupa a posição 47 na lista.

"Pessoas descontentes em um lugar feliz podem sentir-se particularmente maltratadas pela vida", disse Andrew Oswald, da University of Warwick, um dos responsáveis pelo estudo.

Outro autor do estudo, Stephen Wu, do Hamilton College, acrescentou: "Este resultado é consistente com outras pesquisas que mostram que as pessoas julgam seu bem estar em comparação com outras à sua volta".

"Esse mesmo efeito foi demonstrado em relação a renda, desemprego, crime e obesidade", completou. (Com informações do Uol)

 

(Fonte: www.espacovital.com.br)

 

Judiciário provoca mortes

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Problemas com justiça aumentam risco de suicídio

Problemas com a Justiça, independente de resultarem ou não em uma condenação, aumenta o risco de
suicídio, segundo um estudo britânico publicado na última segunda-feira (07).
Entre 1981 e 2006, cientistas examinaram 27.219 mortes por suicídio na Dinamarca e os compararam
com um grupo representativo da população de 524.899 pessoas. Em seguida, compararam os dois
grupos com os registros judiciais.
Mais de um terço dos homens que se suicidaram (34,8%) tiveram algum inconveniente com a Justiça
contra 24,6% dos homens do grupo de controle, explicaram os cientistas da Universidade de
Manchester, no Reino Unido.
Quanto às mulheres, 12,8% das suicidas tinham algum antecedente judicial, enquanto 5,4% das
mulheres vivas tinham antecedentes, destacou a equipe de pesquisa científica.
O trabalho foi publicado na versão online dos Arquivos de Psiquiatria Geral, uma das publicações da
revista científica Jama (Journal of the American Medical Association). (Com informações do Uol)

Fonte: www.espacovital.com.br

N.B.: Se no Brasil fosse feito um estudo semelhante e fosse confirmado que os brasileiros com ações judiciais também se matassem como na Europa, com a morosidade de nossos tribunais, certamente nossa população seria muiiiiitooo menor…rsss…

Pai tem seu nome incluído no SPC por não pagar
pensão alimentícia ao filho

A juíza da 1ª Vara da Família da Comarca de São José, Adriana Mendes Bertoncini, determinou que um pai que não pagou pensão alimentícia ao filho tenha seu nome inscrito nos órgãos de proteção ao crédito. Em sua decisão, a juíza afirma que a criança tem direito à alimentação, princípio intimamente ligado ao direito à vida, protegido constitucionalmente.

“O deferimento do pedido não implica a divulgação de dados do processo ou do alimentando envolvido, apenas publica ao comércio e afins que o genitor deve pensão alimentícia. Ora, débitos relativos ao consumo podem ser utilizados para negativação do crédito do consumidor”, afirmou a magistrada.

Segundo a juíza, essa execução se arrasta há mais de dois anos, sem o adimplemento dos alimentos. Ela esclarece que o pai já foi intimado para efetuar o pagamento da dívida, sob pena de penhora - que não foi efetuada, pois não havia bens passíveis de penhora.

“A legislação processual civil prevê duas formas de execução de pensão alimentícia, uma em que há a expropriação dos bens, e outra a prisão civil, que é meio mais gravoso de coação do executado. A medida pleiteada pelo exequente seria mais uma alternativa de coação, para que o executado finalmente quite a dívida, podendo ser utilizada concomitantemente aos dois ritos referidos acima”, finalizou a magistrada. O pai também foi intimado para pagar o débito da pensão alimentícia.

 

Fonte: Poder Judiciário de Santa Catarina

 

Ninfomaníaca

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Vício em sexo

Data: 01.02.11

Insólito acontecimento na Alemanha. Um turco casado com uma germânica entrou com ação de separação judicial - depois de 18 anos de matrimônio - "porque há quatro anos está dormindo no sofá da sala, para escapar do vício em sexo de sua esposa".
 
Na última quarta-feira (26), ele também foi a uma delegacia para buscar ajuda. "Ela não o deixa dormir direito, querendo mais e mais, todas as noites" - registra a ocorrência. E olha que o casal já tem dois filhos.

Segundo o jornal britânico Metro, "o homem está desesperado, porque não consegue dormir à noite".
 
A matéria relata que "ele decidiu se divorciar e sair de casa, esperando finalmente descansar, pois está ansioso para chegar no trabalho bem descansado".

Fonte: www.espacovital.com.br

Quem bebe demais não casa

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Alcoolismo apressa divórcio, diz estudo da Universidade de Indiana (EUA)

Quem abusa da bebida também demora mais para se casar, mostra pesquisa com 5 mil pessoas

20 de janeiro de 2011 | 15h 54
Mariana Lenharo, do JT

SÃO PAULO - Quem abusa do álcool demora mais para se casar. E, depois da união consolidada, divorcia-se mais rápido. Essa é a conclusão de um estudo desenvolvido pela Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, que analisou o consumo de bebidas e as relações matrimoniais de mais de 5 mil pessoas.

Marcio Fernandes/AE
Marcio Fernandes/AE
Abuso de álcool e outras drogas também atinge brasileiros

Segundo o advogado Gustavo Bassini, vice-presidente da Associação Brasileira dos Advogados de Família (Abrafam), o abuso de álcool e outras drogas é um problema também para os casais do País. “É um dos principais motivos de divórcio. E, nos últimos quatro ou cinco anos, percebi um aumento de até 300% em casos desse tipo”, diz.

De acordo com a pesquisa, a dependência entre as mulheres está associada a um risco 23% maior de não se casar até os 30 anos - para os homens, esse índice é de 36%. Quando casados, homens e mulheres alcoólatras têm duas vezes mais risco de se separar. O levantamento também constatou uma proporção maior de homens com o problema: 23%, contra 8% de mulheres.

A pesquisadora Mary Waldron, uma das autoras, afirma que esse é o primeiro projeto relacionado ao assunto que analisa uma gama tão variada de faixas etárias. No início do recrutamento, em 1980, os voluntários tinham entre 28 e 92 anos. Eles foram acompanhados por cerca de 10 anos.

Bassini conta que 25% dos casos de divórcio atendidos em seu escritório de advocacia estão relacionados ao consumo abusivo de álcool e drogas por um dos parceiros. Em 80% das ocorrências, o parceiro problemático é o homem. Em situações como essa, a separação acaba em briga judicial.

“Após várias tentativas de curar o cônjuge e internações em clínicas, a mulher acaba desistindo do marido.” Então, entra com o pedido unilateral de divórcio e, muitas vezes, a outra parte nem responde ao processo. “Nessa fase, a pessoa não tem interesse em nada a não ser consumir a bebida", destaca.

Para a psicóloga Vânia Patrícia Teixeira Vianna, da Unidade de Dependência de Drogas (Uded) do Departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o alcoolismo é um grande fator de risco para o relacionamento familiar. “Não se pode dizer que ele é o único, mas é um dos elementos que podem levar a desentendimentos e à separação precoce”, explica.

Patrícia acredita que é importante estar atento aos sinais de alerta para o consumo exagerado. Constatados os fatores de risco, o ideal é procurar ajuda de um profissional especializado. Na Uded, é possível participar da triagem para tratamento pelo telefone (11) 5549-2500.

Sinais de alerta

Um desses fatores, isolado, não caracteriza alcoolismo, mas a associação entre eles pode indicar um comportamento de risco:

- A pessoa, que antes bebia só aos finais de semana, passa a beber quase todos os dias;

- Começa a faltar em compromissos por causa da ressaca;

- Desenvolve problemas de saúde potencializados com o uso de álcool, como gastrite ou úlcera;

- Passa a frequentar só lugares com bebidas (por exemplo, deixa de ir a uma festa infantil porque lá não haverá álcool);

- Faz várias tentativas de beber menos, mas não consegue cumprir suas metas.

Ping Pong com a professora Mary Waldron

Por que estudar a relação entre alcoolismo e casamento?

Poucas pesquisas examinaram o impacto do consumo excessivo de álcool no tempo de casamento. Vários reportam associações entre o consumo precoce com futuro alcoolismo e também com casamento precoce, mas a maioria desses trabalhos não seguiu os indivíduos depois dos 30 anos.

O resultado surpreendeu?

Sim, surpreendeu especialmente os resultados sobre casamentos tardios. Vários trabalhos anteriores haviam reportado associação entre consumo de álcool precoce com casamento ou coabitação precoce.

Há relação entre quantidade de bebida consumida e qualidade do casamento também?

Não examinamos a quantidade ou a frequência da bebida nem a qualidade do casamento. Nossa análise era da relação entre história de vida da dependência do álcool e o tempo das transições matrimoniais.

Fonte: O Estadão "on-line"

Cerveja é saúde!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

 

 

Barriga de chope é mito, segundo estudo médico espanhol

O padrão alimentar dos consumidores moderados de cerveja na Espanha é mais próximo ao da dieta mediterrânea, segundo o trabalho elaborado por Hospital Clínic, Universidade de Barcelona e Instituto de Saúde Carlos III, que foi apresentado nesta quarta-feir

DA EFE - Um estudo do Colégio Oficial de Médicos de Astúrias revela que "a barriga de chope é um mito", pois um consumo moderado da bebida, de até meio litro diário, associado a uma dieta como a mediterrânea, não engorda e reduz o risco de diabetes e hipertensão.

O modelo de homens e mulheres com barriga grande é próprio da cultura anglo-saxã, onde se ingere grandes quantidades de cerveja e comida rica em gorduras saturadas com quase nenhuma atividade física, asseguraram nesta quarta-feira os autores do estudo.

O padrão alimentar dos consumidores moderados de cerveja na Espanha é mais próximo ao da dieta mediterrânea, segundo o trabalho elaborado por Hospital Clínic, Universidade de Barcelona e Instituto de Saúde Carlos III, que foi apresentado nesta quarta-feira no Colégio Oficial de Médicos de Astúrias.

Os médicos Ramón Estruch, do Serviço de Medicina Interna do Hospital Clínic, e Rosa Lamuela, do departamento de bromatologia e Nutrição da Universidade de Barcelona, asseguraram que o estudo demonstra que a cerveja bebida com moderação não provoca aumento da massa corporal nem acúmulo de gordura na cintura.

O teste, realizado em 1.249 participantes, homens e mulheres com mais de 57 anos, que pela idade têm um maior risco cardiovascular, confirmou que a cerveja é saudável, segundo os autores.

As pessoas que participaram do estudo se alimentando com uma dieta mediterrânea acompanhada de cerveja em quantidades entre um quarto e meio litro por dia, "não só não engordaram, mas, em alguns casos, perderam peso", indicaram os cientistas.

A dose recomendada pelos médicos é de dois copos diários para as mulheres e de três para os homens, com comidas equilibradas e sempre que as pessoas tiverem uma vida normal, praticando algum exercício.

A cerveja é uma bebida fermentada, que recebe as propriedades alimentares dos cereais com que é produzida, assim como o vinho da uva, ou a cidra da maçã, explicou a doutora Rosa.

A bebida fornece uma quantidade de ácido fólico, vitaminas, ferro e cálcio maior que outras, e provoca um efeito "protetor" sobre o sistema cardiovascular.

As pessoas que bebem quantidades "normais" de cerveja apresentam uma menor incidência de diabetes mellitus e hipertensão, e um índice de massa corporal inferior.

Além disso, estas pessoas "manifestaram consumir uma maior quantidade de verduras, legumes, pescado, cereais e azeite de oliva, e realizar uma maior atividade física", indicou Estruch.
 

URL: http://www.OOBSERVADOR.com

Pesquisa descobre por que as primeiras impressões são tão persistentes

Novas experiências que contradizem opinião ficam atreladas ao contexto em que foram produzidas

18 de janeiro de 2011 | 20h 59
Fonte: www.estadão.com.br

SÃO PAULO - Uma pesquisa feita por psicólogos americanos, canadenses e belgas e publicada na revista científica Journal of Experimental Psychology: General mostra que há mais do que uma verdade literal na frase "Você nunca terá uma segunda chance para causar uma boa primeira impressão".

As descobertas sugerem que novas experiências que contradizem uma primeira impressão se tornam atreladas ao contexto em que foram produzidas. Como resultado, as novas experiências influenciam as reações das pessoas só nesse contexto particular, ao passo que as primeiras impressões ainda dominam outros contextos.

"Imagine que você tem um novo colega de trabalho e sua impressão dessa pessoa não é muito favorável. Poucas semanas depois, você encontra esse colega em uma festa e percebe que ele é realmente um cara muito legal. Embora você saiba que sua primeira impressão estava errada, sua resposta será influenciada por essa nova experiência apenas em contextos que semelhantes aos da festa. Já sua primeira opinião continuará dominante em todos os outros contextos", explica o autor Bertram Gawronski, da Cátedra de Pesquisa do Canadá, na Universidade do Oeste de Ontário.

De acordo com Gawronski - que teve a colaboração de Robert Rydell, Bram Vervliet e Jan De Houwer -, nosso cérebro armazena experiências "violadas" como exceções para regras, de forma que a regra é considerada válida, exceto para o contexto específico em que foi transgredida.

Para analisar a persistência das primeiras impressões, Gawronski e seus colaboradores mostraram aos participantes do estudo uma informação positiva ou negativa sobre uma pessoa desconhecida em uma tela de computador. Mais tarde, os voluntários receberam novos dados sobre o mesmo indivíduo, que não condiziam com os iniciais. Para estudar a influência dos contextos, os pesquisadores sutilmente mudaram a cor de fundo da tela, enquanto as pessoas formavam uma impressão de seus "alvos".

Quando os cientistas mediram as reações espontâneas dos participantes sobre uma imagem do indivíduo em questão, encontraram novas informações que os influenciaram quando o "alvo" foi apresentado em um contexto diferente do primeiro. Por outro lado, as reações continuavam dominadas pela primeira informação mesmo com o "alvo" apresentado em outros contextos.

Embora esses resultados apoiem o senso comum de que as primeiras impressões são notoriamente persistentes, Gawronski observa que às vezes isso pode ser mudado. "O que é necessário é que a primeira impressão seja questionada em contextos diferentes. Nesse caso, novas experiências se tornam descontextualizadas, e a primeira impressão lentamente vai perdendo seu poder. Enquanto uma primeira impressão só for contestada dentro do mesmo contexto, você pode fazer o que quiser, mas a primeira impressão será dominante independentemente de quantas vezes for contrariada por novas experiências", destaca Gawronski.

De acordo com ele, a pesquisa também tem implicações importantes para o tratamento de distúrbios clínicos. "Se alguém com reações de fobia a aranhas procurar ajuda de um psicólogo, a terapia terá muito mais sucesso se ocorrer em vários contextos e não apenas no consultório", diz.

Pais são mais insatisfeitos do que pessoas que não têm filhos, mostram estudos 

 

JULLIANE SILVEIRA
DE SÃO PAULO

 

O uso de drogas ansiolíticas, a psicoterapia e os fins de semana inteiros passados na cama não estavam nos planos de alguns casais, quando decidiram ter filhos.

Nenhum conflito com as crianças: o problema são as atuais demandas da paternidade e da maternidade.

"É bom, mas exaustivo. Depois do nascimento, na volta ao trabalho, engordei cinco quilos de ansiedade. Hoje, durmo tarde para ajudar minha filha na lição. Quando o alarme toca às 6h, quero chorar", diz a secretária Michele de Luna, 32, mãe de Maria Clara, 8.

"Eu me justifico o tempo todo, falo para ela que preciso trabalhar. Nos fins de semana, quero fazer de tudo com ela, para compensar a semana. É culpa demais."

A constatação dos acadêmicos é ainda mais dura. Os estudos feitos nos EUA e na Europa nos últimos anos mostram que, em relação aos que não têm filhos, os pais demonstram níveis mais baixos de bem-estar mental, felicidade, satisfação com a vida e com o casamento.

Um último trabalho, publicado em 2009 no "Journal of Happiness Studies", até tentou contrariar os resultados das pesquisas anteriores.

Depois de analisar dados de 15 mil britânicos por uma década, um economista escocês atestou que pessoas com filhos eram mais felizes.

Mas a euforia durou pouco: em março deste ano, o autor publicou uma errata. Ao rever os números, viu que "o efeito de ter filhos na satisfação das pessoas é frequentemente negativo".

"Há uma sensação de perda, de não estar dando o que poderia. E uma cobrança grande. Qualquer distúrbio de comportamento é visto como culpa da criação dada pelos pais", analisa a cientista social Maria Coleta Oliveira, professora da Unicamp.

No Reino Unido, a Universidade de Kent centraliza uma rede de pesquisadores de todo o mundo que se dedicam a entender as peculiaridades do que chamam de nova cultura parental.

"Ser pai ou mãe passou a ser considerada uma atividade ou habilidade, e não uma forma de relacionamento, e é retratada como algo inacreditavelmente difícil", explica à Folha Jan Macvarish, pesquisadora da universidade.

Com tanta pressão, fica difícil educar um filho sem se sentir mal e aquém das expectativas próprias e alheias.

O excesso de informações sobre como criar a prole gera a impressão de que uma boa educação deve ser guiada por um especialista.

O LADO DELES

A mãe já está acostumada a carregar o mundo dos filhos nas costas. Mas o papel do homem na educação ganhou destaque nos últimos tempos, abrindo espaço para mais culpa e frustrações.

"Fala-se muito do novo pai. Há cobrança para que ele esteja mais presente. Mas que chefe entende o executivo não ir à reunião para levar o filho ao pediatra?", indaga Maria Coleta de Oliveira.

O publicitário Carlos Munis, 31, viveu esse drama nos primeiros anos de Igor, 10. O excesso de pitacos da família e dos amigos o deixou "bloqueado". Ter se separado da mulher também contribuiu para o afastamento.

"Eu não sabia como dar banho, fazer dormir, dar comida sem me estressar. Minha autoestima foi lá pra baixo. É muita gente falando,você se sente incapaz."

Com o tempo, Carlos aprendeu a assumir a paternidade. "Passei a participar mais. Pai sempre se sente frustrado. Mas, hoje, faço do meu jeito e, se erro, erro por algo que achei que era certo."

Para Macverish, os homens se tornaram "alvo" de campanhas sobre criação dos filhos, o que gera tensões entre o casal. "Em vez de negociar apenas o ponto de vista dos dois sobre os filhos, pai e mãe estão incorporando mais conselhos externos."

O psicanalista Rubens de Aguiar Maciel, que pesquisou futuros pais, constatou a insegurança em relação às novas competências paternas. "É muita pressão. Eles internalizam a cobrança da sociedade."

Pesquisas feitas no Brasil mostram que apenas um terço dos pais encontram o equilíbrio entre dar afeto e limites. Outro terço é considerado negligente, 15% são autoritários e 15%, permissivos.

"Pensa-se pouco sobre como ter e em ter filhos. As pessoas acham que sabem como fazer, por causa do excesso de informações", diz a psicóloga Lídia Weber, da Universidade Federal do Paraná.

Mesmo com filhos bem planejados, a situação pode parecer fora do controle.

A analista de negócios Andreza de Campos Vieira, 29, decidiu buscar ajuda de um terapeuta para minimizar a culpa que sente ao se desdobrar entre a rotina e os cuidados com Manuela, de um ano e cinco meses.

"Nunca achei que iria sofrer desse jeito sendo mãe. Mas já tive urticárias, dores de cabeça. Me cobro demais para fazer coisas que não consigo."

COISINHAS

A autônoma Amanda Paradela, 34, mãe de Igor,10, e de Kaian, 5, já dormiu fins de semana inteiros para descansar. "Mesmo nessa exaustão, me culpo. Se um fica doente, é porque não estou, e a babá não cuida direito. Você está no seu limite, mas cada coisinha parece um problemão."

Não é fácil se livrar da frustração. Mas tomar consciência de que ela existe é bom.

"O que deve estar em jogo é o afeto", diz a psicanalista Belinda Mandelbaum, coordenadora do laboratório de estudos da família, relações de gênero e sexualidade da USP. E alivia: "O importante é entender que não existe um modelo ideal. Existe o possível para cada um".

Fonte: Folha "on-line" (03.08.2010)

Lembranças do falecido

sexta-feira, 2 de julho de 2010

 

Mulher se recusa a cortar pepino em formato de pênis

Um pepino de formato inusitado - que lembra um pênis - é mantido na geladeira de uma dona de casa na Hungria.

Iren Harsca, de 35 anos, não teve coragem de cortar o pepino que chamou sua atenção. Ela comprou o fruto há duas semanas em um supermercado na cidade de Esztergom.

O pepino original estava misturado a outros frutos "normais" numa gôndola de hortifrutigranjeiros.

“Ele me faz lembrar do meu marido, então não consigo cortá-lo”, disse a mulher.

O fato foi noticiado nesta quinta-feira (1º) nos principais jornais da Hungria e em alguns veículos de comunicação europeus. Um dos jornais chegou a afirmar que "o pepino fálico escapou de ser cortado, quando uma saudosa viúva viu nele algo que a fazia lembrar-se, saudosamente, de seu finado marido".

 

(Fonte: www.espacovital.com.br)

 

N.B.: Já tem gente interessada porque andam dizendo que é muito mais barato que o Viagra, além do resultado ser mais garantido. E ainda tem uma vantagem extra: depois a mulher ainda pode comer o pepino!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk…

Posts mais antigos »

Report abuse Close
Am I a spambot? yes definately
http://donquixote.blog.terra.com.br
 
 
 
Thank you Close

Sua denúncia foi enviada.

Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o serviço e siga participando do Terra Blog.